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“CORPO CÔMICO – LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO”, com Julieta Jarza
Laboratório de comédia e criação cênica com apresentações finais, com início em 9 de março, no Espaço Cultural Canto Cidadão
Um projeto que estabelecia a incorporação de palhaços em hospitais pediátricosfoi aprovado e agora é lei: em Buenos Aires, as crianças doentes terão direito ao tratamento com sorrisos, nos hospitais municipais da cidade.
Artistas, clowns, palhaços, médicos e enfermeiros da alegria, como quer que sejam chamados, agora serão integrados ao serviço de saúde nas terapias pediátricas, porque a função destes profissionais foi reconhecida como de suma importância no tratamento e na recuperação das crianças. O projeto faz parte de uma mudança geral no tratamento hospitalar que mira um atendimento mais humano e integral.
Muito bacana reconhecer a importância destes profissionais que muitas vezes trabalham como voluntários. Claro que a lei explicita que deverão ser pessoas com capacidades, condições e requisitos para desenvolver tal tarefa, conforme a Autoridad de Aplicación determinar.
A ONG mais famosa no Brasil que desenvolve tal trabalho é a Doutores da Alegria, uma entidade sem fins lucrativos, ativa há 24 anos e mantida por doações e fundos de patrocínio. A ONG oferece seus serviços gratuitamente aos hospitais pediátricos, mantém a Escola dos Doutores da Alegria e tem um Programa de Formação de Palhaço para Jovens.
Outro projeto parecido é o Doutores Cidadãos, da ONG Canto Cidadão de São Paulo, que visita hospitais no Brasil inteiro, não apenas pediátricos, e também já esteve em outros países da América Latina.
Além destes, Hospitalhaços, Projeto Roda de Palhaço, Enfermaria do Riso, entre outros, são experimentos que comprovam a eficácia do sorriso, da alegria e da solidariedade na recuperação e superação de um momento difícil da vida, que é o enfrentamento de um problema grave de saúde.
Ainda não temos nenhuma lei que regulamente esta atividade no Brasil.
Bem que o exemplo argentino poderia nos inspirar, afinal, ao que parece, a nós não falta pessoal experiente e de boa vontade. Seria mesmo lindo regulamentar a atividade de palhaços de hospitais, como profissionais da área da saúde. E até existem estudos que demonstram a eficácia deste trabalho como amenizadores do impacto emocional na internação e nos tratamentos de saúde.
Fonte: Site green Me
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