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  • Uma nova história que vai se desenhando

    Meire | Voluntária do EnCanta
    "Eu gosto mesmo é das nossas conexões. São momentos de se abrir para uma nova história, e na medida que vamos conhecendo um pouquinho de cada paciente, vamos nos envolvendo, criando um novo cenário com nossas contações, brincadeiras ou com um bate papo gostoso. É um momento mágico porque em cada quarto / corredor é uma nova história que vai se desenhando. A nossa atuação e a certeza carregada de lembranças, cada olhar, cada sorriso. É sempre muita emoção e gratidão por vivenciar esses momentos."
  • Vontade de fazer mais bons encontros

    Tortelita | Larissa | Voluntária da Palhaçaria do Canto
    "Uma paciente muçulmana que era uma simpatia em pessoa, nos ensinou palavras e gestos da sua cultura, nos apresentou seu noivo que estava lá longe e naquele momento em que a vídeo chamada era feita, estava em seu segundo trabalho como costureiro. Conversamos com ele em inglês e quando a conexão não permitia, a L. nos ajudava a entender o que foi dito. Ela sorria de verdade, tinha orgulho em falar sobre sua história e nos deu uma aula sobre empatia. Não pudemos nos prolongar muito pois era chegada a hora de uma das suas rezas, nos despedimos e deixamos ela com sua companheira de quarto, M., que há pouco estava fazendo sua reza em japonês. Para fechar esse dia tão cheio de boas surpresas e trocas inesperadas, conhecemos a E., uma senhora do interior de SP que era tão radiante quanto o dia que fez hoje. Cada quarto, uma história boa de se escutar. A cada história, mais vontade de continuar a fazer esses encontros."
  • Quando bolhinhas de sabão e crianças se encontram…

    Lais | Voluntária do EnCanta
    "Fazer atividades voluntárias é um verdadeiro presente que a vida me deu. Para mim, estar envolvida com o projeto EnCanta é uma daquelas dádivas que enchem o coração de alegria. Há dois anos, mergulho nessa jornada maravilhosa, onde a arte se torna a nossa ferramenta para encontros verdadeiramente especiais. Conheci a ONG há oito anos e, desde então, soube que tinha encontrado um cantinho de conforto no mundo. Os valores e missão do Canto Cidadão ressoaram profundamente comigo, e cada participação em oficinas ou atuações me fazem transbordar. Nesta temporada, eu e o Renato estamos atuando no ICr do Hospital das Clínicas, onde compartilhamos a história encantadora do livro "Pra onde vão as bolhinhas de sabão?" escrito por Felipe Mello. Uma frase especial do livro resume perfeitamente a magia desses momentos: 'Quando bolhinhas de sabão e crianças se encontram, tudo fica mais colorido. Um belo sopro cria bolhinhas de todos os tamanhos, alimentando a fantasia e a alegria na vida dos pequenos'. O Canto Cidadão é meu refúgio, meu lugar de esperança em um mundo melhor."
  • Convite para a festa

    Renata | Voluntária do EnCanta e do CantoRia
    "Atuar no Instituto da Criança, principalmente no ambulatório, sempre se mostra uma caixinha de surpresas, pois nunca sabemos qual o perfil e idades das crianças que vamos encontrar. Por isso, sempre precisamos ter "coelhos na cartola" para conseguir atender tanto aquelas com algum tipo de restrição motora ou cognitiva, quanto os adolescentes que não gostam muito de interagir. Nesse dia, conhecemos o R.,que apesar de muito grande para os seus 8 anos, tinha algumas restrições de fala, mas se fez entender ao dizer que sua mãe havia autorizado ele nos convidar para sua festa de aniversário. Um fofo!"
  • Gato Félix

    Patolonne | André | Voluntário da Palhaçaria do Canto
    "Conhecemos o Sr. O, hospitalizado e na cadeira de rodas, que carrega sua vida em diversas necessaires dentro de uma maleta. Parecia o desenho do Gato Félix: tinha livros, revistas, enfeites diversos, lápis de cor, canetinhas. Ao interagir com a gente já desejou o desejo de fazer parte do trabalho. Muito espirituoso e dono de um vocabulário incrível, percebemos que ao sair do seu quarto ele passou a nos seguir em outros quartos se apresentando como estagiário. Nos despedimos com a promessa de nos encontrarmos no voluntariado."
  • Batman e Homem Aranha

    Flávia | Voluntária do EnCanta e da Palhaçaria do Canto
    "W. era encantador! Quando batemos na porta do quarto pedindo permissão para entrar, ele com muito entusiasmo fez que sim, nos chamando com a mãozinha pois a outra estava ocupada segurando o Batman e o Homem Aranha. Ele nos sinalizou que ele era o Homem Aranha e demonstrava indicando com a mãozinha pra onde sua teia era lançada. Quando anunciamos que íamos contar uma história, sua mãe, deitada grudadinha com ele, nos informou que ele era deficiente auditivo e mesmo que até ali W. tenha firmado conosco a relação mais amorosa, não conseguimos prosseguir. Nos despedimos com um misto da amizade mais pura, com gostinho de quero mais!"
  • Asas longas

    Mariana | Voluntária do EnCanta
    "Quando apresentamos este roteiro, as crianças sempre ficam encantadas com a caracterização da colega Lais, que usa um figurino de Arara com tudo o que tem direito, desde plumas azuis, maquiagem e peruca! Ficam empolgadas e tiram muitas fotos com ela ao final da narração da história. Também gostam muito do boneco de Arara que acompanha a atuação. O mais incomum aconteceu ao final do nosso encontro: nós nos despedimos, saímos da escola e estávamos voltando a pé pelo bairro, carregando o boneco de Arara da melhor forma que podíamos. Passamos em frente a uma obra, quando um dos trabalhadores dali, vendo aquela Arara ostentada, logo puxou papo com a gente. Conversamos e ele ficou encantado com a proposta do Canto Cidadão, e mais ainda com o boneco de Arara, e nos perguntou: “qual o nome dela?”. Não tínhamos nenhum, então pedimos para que ele escolhesse um nome e ele prontamente a nomeou: 'É a Asas Longas!'. E agora a Asas Longas tem um nome, e fomos lembradas que não há idade para se encantar com brincadeiras e narração de histórias. E que a arte aproxima pessoas e que os bons encontros podem ocorrer em qualquer lugar. Um dia feliz e um momento feliz!"
  • Um grande abraço coletivo!

    Vanessa | Voluntária do EnCanta e do CantoRia
    "Uma das nossas colegas teve um imprevisto e não pôde comparecer. Estávamos a caminho da EMEI Fernão Dias quando uma voluntária de outro núcleo, que atuou em outra EMEI manda uma mensagem dizendo que estava na EMEI Fernão Dias pois ela e o núcleo dela viram que as EMEIs eram próximas e foram até lá para saber como estava indo. Salvaram a gente! Foi uma energia tão linda, um sentimento de gratidão, conexão, amparo e união. Todos pelo mesmo propósito. No final, no momento do abraço de reconciliação entre as personagens de fantoche, as crianças voluntariamente, sem serem chamadas, começaram a vir, uma a uma, participar do abraço. Aí veio a próxima, depois mais uma e quando vimos estávamos em um grande abraço coletivo! E quando todo mundo se soltou desse “grande abraço principal” as crianças continuaram a se abraçar por alguns minutos até que pudéssemos encerrar a apresentação. Foi delicioso demais, foi super espontâneo e cheio de carinho. Momentos que deixam o coração mega quentinho."
  • Um cabelo de fada

    Risobelha | Patricia | Voluntária da Palhaçaria do Canto
    "A criança A. tem cabelos verdes e azuis e quando mencionamos que era um cabelo de fada, sua mãe nos contou que era um cabelo galático, com muitas cores e estrelas em movimento. A., ainda sonolenta, tinha ao seu lado essa mãe forte que mostrava fotos do seu quarto com as luzes de galáxias e estrelas oriundas de uma luminária em formato de astronauta, além das fotos da filha com óculos de sol, vestida toda no capricho, sentada na sua cadeira de rodas. Otimista e sorridente, nos dizia que ela nunca esteve tão bem (...). Seguimos acreditando que tudo e mais um pouco vai ser bom, vai melhorar, vai dar pé. Conhecemos tambem os dois senhores M. e T., amorosos, sorridentes com os poucos dentes que tinham em suas bocas, nos contaram o como a vida passa rápido e que é bom não ter pressa pois tudo é do jeito que é. O sorriso do Sr. M foi como uma foto que vou guardar no meu arquivo da cachola."
  • O leque mais poderoso do mundo

    Patolonne | André | Voluntário da Palhaçaria do Canto
    "No primeiro quarto que entramos estavam 3 mulheres pacientes, cada uma no seu leito, sem acompanhantes e com um pouco de dificuldade para comunicação. Como estava calor, oferecemos uma lufada de vento de nosso leque feito pela dobradura de um metro de obras (aqueles com marcação de metragem e polegadas que dobram várias vezes). Por ser vazado, o leque não fazia nenhum movimento de ar, mas oferecemos uma lufada para cada paciente e todas confirmaram que era ótima. Quando dissemos que o cabelo delas parecia aquelas propagandas de Shampoo, onde as mulheres balançam seus cabelos ao vento, pediram para uma nova passada. As 3 fizeram o movimento com a cabeça como se fossem estrelas da TV, sem nenhum vento envolvido, mas na crença da propostas (que generosas!!). Todas com a estima lá em cima, tirei o Farfalibri do quarto abanando ele pra fora (ele rodopiou pelo quarto a fora) e dei uma outra lufada em mim mesmo, saindo e me despedindo. Deixamos sorrisos, risadas e muita autoestima!"
  • As janelas

    Risobelha | Patricia
    "Entramos num quarto com 2 mulheres gestantes, a J. e a N.. Janela fechada. A J. mais sorridente e a N. sonolenta. Fomos conduzindo o papo, perguntando quem chegou lá primeiro e explicando para a outra que quem chega primeiro é que manda por lá. Mas também que quem está perto da janela manda na janela e quem está do outro lado manda no banheiro. E o papo de quem manda aqui e ali foi ganhando espaço e a N. sonolenta já estava sentada na cama e a J. abriu a janela induzida por nós. Uma delícia esse caminho que a nossa atuação consegue fazer e deixar aquele cantinho um tantinho mais iluminado e falante."
  • Quem quer um pato? Ou pata?

    Paspalito | Paulo Henrique
    "Hoje sentimos que as pessoas precisavam muito da nossa presença e foram gratas por isso tempo todo. Encontramos grupos de muita gente reunida, grupos de família, grupos de seguranças, grupos de enfermeiros. Todos nos chamavam. Mas o caso mais interessante foi o de uma paciente que fomos orientados a visitar no balcão de enfermagem e ela queria nos vender patos! Ela começou a fazer a propaganda dos patos da mãe dela, que está vendendo. Foi uma das coisas mais inesperadas de uma visita. São 9 fêmeas por 50 reais e 2 machos por 70 reais, ou todos por 70 reais. O que não faz sentido porque se comprar todos os machos as fêmeas saem de graça. Eu anotei o telefone se tiverem interesse."
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